╘╗_۩_╔╛
╘T█*▓T╛
]█*▓[
]█*▓[
]█*▓[
]█*▓[
]█*▓[
╘╗_____╘╗╔╛_____╔╛
۞]═╬|▓▓▓║ ║▓▓▓|╬═[۞
┌╜‾‾‾‾‾╚╗╔╝‾‾‾‾‾╙┐
║█**▓║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
║░**▒║
\\ V //
▼Nas costas montanhosas de Lícia, onde o vento do mar quebra contra as falésias e as águias descrevem círculos sobre fortalezas de pedra, ergue-se o nome de um homem que ainda não é lenda — mas já não é apenas mortal.
Chamam-no General da Fronteira Solar.
Não nasceu em Roma.
Não herdou estandartes.
Não marchou sob aplausos.
Ele chegou a Lícia como tribuno esquecido, com apenas três coortes cansadas e muralhas quebradas para defender.
Mas a terra áspera molda ferro verdadeiro.
Bandidos foram varridos.
Fortes reconstruídos.
Estradas abertas entre montanha e costa.
E quando os estandartes inimigos desceram dos planaltos do leste, foi sua lâmina — a mesma que agora repousa neste estandarte — que primeiro brilhou ao sol da batalha.
Dizem que ele finca a espada no solo antes de cada combate.
Não como ameaça.
Mas como promessa.
“Aqui Roma permanecerá.”
Os homens lutam mais firmes quando a veem.
Os inimigos hesitam quando a reconhecem.
E as cidades de Lícia, uma a uma, começam a jurar lealdade não ao império distante…
mas ao general que nunca recua.
Agora mensageiros partem para o oeste.
Seu nome atravessa mares.
E em Roma, onde o poder observa em silêncio, alguns já perguntam:
quem governa Lícia — o Senado… ou o homem da espada?